Grandes Encontros da MPB - O Musical (2019) - Teatro Raul Cortez

O espetáculo apresenta sucessos da música brasileira, além de grandes homenagens, relembrando parcerias que marcaram a história musical do Brasil. O show teatralizado traz um repertório da MPB a partir da década de 1960 e fala sobre amizade, contando histórias por meio de depoimentos bem-humorados e descontraídos sobre as principais figuras da música brasileira, como a amizade entre Caetano Veloso e Gilberto Gil. Exilados do Brasil durante a ditadura militar, eles receberam a visita de Roberto Carlos. Foi nesse período que nasceram canções como “London London”, de Caetano, e “Debaixo dos caracóis dos seus cabelos”, de Roberto. Da Jovem Guarda ao samba, o espetáculo conta com canções que vão trazer sensação nostálgica ao público, como “Se todos fossem iguais a você”, de Tom Jobim e Vinícius de Morais, e “É proibido fumar”, de Roberto e Erasmo Carlos, além de sucessos atuais, como “Flutua”, de Johnny Hooker e Liniker.

Essa Herança é Minha (2019) - Teatro Bibi Ferreira

"Essa herança é minha" é uma comédia onde tudo se mistura e nada é o que parece ser. A história se passa no século XVIII, onde Mary e Elizabeth ficam sabendo da morte da Baronesa Sissi e enfrentam neve, frio e muita confusão para garantir a fortuna deixada. Mas o mordomo George também quer colocar as mãos nos milhões deixados pela suposta falecida. Porém, a identidade dos três e também da baronesa é revelada durante o espetáculo.

Arap (2019) - Teatro Eva Herz

O Espetáculo mostra a preparação do personagem e de como o artista usa o seu ofício para questionar o seu tempo através da dramaturgia e pensamentos, colocando a arte e a educação como caminho de grandeza para que uma nação exista plena e fortaleça a sua democracia. O espetáculo também investiga o papel da palavra no processo terapêutico, ao lado da importância da arte, no mesmo processo. Mais do que nunca é preciso pensar para transformar o nosso tempo. O teatro dá aos homens a ternura humana. Ele é a expressão mais verdadeira e viva de uma civilização. Toda vez que um ator pisa num palco, ele perpetua sua paixão e oferece o seu coração, para que possamos suportar o que temos de mais monstruoso e de mais belo. É assim, que nos tornamos artistas soberanos. Elias Andreato afirma que seu novo projeto é “uma reflexão sobre o nosso ofício e uma declaração de amor ao Teatro. Escrever para mim mesmo, numa postura alquímica de transformação, é tudo que me resta e prezo de verdade. Quem sabe, o subproduto dessa empreitada poderá no futuro, ser útil não só a mim. Mas o que importa é abrir espaço contra a inércia que me vinha dominando”, completa.   Me desculpem se eu parar de repente... porque... porque... eu não sei onde foi parar o mundo de verdade, onde? O menino que ficava aí do lado de vocês, eu não sei como me livrar dele Eu estou louco, completamente... Eu vou ter que ir... Mesmo assim, valeu a pena. Me perdoem parar o espetáculo, assim, de repente. Mas eu preciso ir... para sempre.


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